Alvise Camozzi / Rachel Brumana
Beto Guilger
BiNeural MonoKultur / Ariel Dávila
Cássio Santiago / Elisa Band
Dellbrügge & de Moll
Centro de Pesquisa Teatral SESC SP
Daniela Thomas
Elisa Ohtake
Enrique Diaz
Estela Lapponi
Gesine Danckwart
Giselle Beiguelman e Roberta Dab Dab
Ieltxu Martinez Ortueta
Lenise Pinheiro
Letícia Sekito
Lucas Bambozzi
Nurkan Erpulat
Richard Maxwell
Rodrigo García
Simon Will
Simone Mina
Torsten Michaelsen
Alvise Camozzi / Rachel Brumana
( São Paulo- Brasil)
Alvise e Rachel moram juntos desde o ano 2000, primeiro em Milão, e desde 2001 em São Paulo. Alvise é italiano, de Veneza (Itália) e Rachel, brasileira de Juiz de Fora (Brasil). Dulcilene Maria De Sousa é brasileira, de Regeneração (Piauí); ela gosta de jogar futebol e torce para o São Paulo, Rachel torce para o Flamengo e para Fiorentina na Itália, e Alvise torce para o Inter de Milão na Itália e para o Corinthians no Brasil. Alvise gosta de futebol, Rachel não sabe jogar e não entende ainda a regra do impedimento. Dulcilene é atacante e joga futebol melhor do que Alvise. Ela trabalha com Rachel e Alvise desde 2005, quando chegou em São Paulo, cuidando de Nina, filha de Rachel e de Alvise, enquanto a Rachel faz produção de espetáculos de teatro ou mostras, e Alvise atua e dirige espetáculos ou sai para beber com os amigos.
Participação : Dulcilene Maria de Sousa
Assistente: Olivia Barcelos
Beto Guilger
(São Paulo- Brasil)
Artista plástico multimeios, desenvolve pinturas à óleo, instalações, trabalhos de intervenção pública, performances e uma pesquisa de trabalhos de pintura com deficientes visuais.Trabalha com o desenvolvimento e inclusão através de oficinas performáticas onde é proposto ao participante uma particular experiência da arte. Participou de exposições coletivas e individuais, e salões de arte. Atualmente instalado em um ateliê- residência no Edifício Copan, desenvolve vários projetos, destacando-se dentre eles, Kazuá - Transformações do espaço coletivo através de intervenções de pintura sobre papel de parede,aplicados na cidade, O Discurso da Traça - série de trabalhos desenvolvido a partir de livros perfurados por traças (obra performática iniciada em 2006) e Arte pra quem não vê- trabalho de acesso às artes plásticas a portadores de deficiência visual parcial e total (iniciado em 1999).
Assistente: Viviane Dias Kiritani
BiNeural MonoKultur / Ariel Davila
(Córdoba/Argentina, Diretor de teatro)
Ariel Davila é autor de mais de 10 peças teatrais, diretor de montagens de textos de Alejandro Tantanian, Roland Schimmelpfennig e Philipp Löhle, e dramaturgista de Roland Brus, Beatriz Catani e Stefan Kaegi do grupo de teatro documentário Rimini Protokoll (“Torero Portero”). Trabalha atualmente, junto com a sua mulher Christina Ruf, na área de intervenção urbana e performance com o coletivo artístico-documentário Bineural-MonoKultur que já se apresentou com o seu “Audiotour Ficcional” no Brasil (SESC SP, Santos, Bertioga e Festival de São José do Rio Preto) e realizou outro projeto sobre um “mapeamento emocional” da sua cidade de Córdoba, chamado “Proyecto Confesionarios”. Também é membro do grupo de ópera experimental NS/NC.
• Site: http://arieldavila.blogspot.com/
Colaboração: Christina Ruf
Assistente: Tieza Tissi
Cássio Santiago / Elisa Band
(São Paulo - Brasil)
Cássio Santiago é ator, performer e diretor teatral, graduado em Artes Cênicas pela Unicamp. Trabalhou no grupo K, de Renato Cohen, na Companhia de Ópera Seca, e na Companhia Manufactura Suspeita, entre outras.Atualmente é diretor dos grupos Zaum e Ueinzz, e Coordenador de Ação do Projeto Teatro Vocacional. Elisa Band é atriz, performer e diretora, graduada em Artes Cênicas pela Unicamp. Participou do grupo K, de Renato Cohen , da Companhia de Ópera Seca e do Grupo Zaum. Atualmente colabora com a Companhia Manufactura Suspeita, é dramaturgista e diretora-colaboradora do Grupo Ueinzz e Artista-Orientadora do Projeto Teatro Vocacional.
Participação: Ana Goldenstein
Assistente: Paula Zwicker
Dellbrügge & de Moll
(Berlim-Alemanha)
Christiane Dellbrügge e Ralf de Moll se formaram na Faculdade Estadual de Artes Plásticas em Karlsruhe onde começaram trabalhar com vídeo, performance e encenações públicas. Desde 1988 trabalham em Berlim, e sua analise critica do “sistema operacional arte” fez seus projetos migrarem cada vez mais para o espaço público. Produziram, junto com o critico de arte Thomas Wulffen, a revista “below papers” e trabalham de maneira interdisciplinar com várias mídias nos pontos de encontro de espaços públicos e institucionais. Em “Hamburg Ersatz” (Hamburg Substituição) em 1997 transferiram um projeto inteiro de intervenção artística na aérea urbana para a Internet. 2003 desenvolveram “Farbcodierte Kleidung für Museumspersonal” (Roupas codificadas por cores para monitores de museus).
• Site: www.workworkwork.de
Participação: Reinaldo Rodrigues
Assistente: Rick Levy
Centro de Pesquisa Teatral SESC SP
(São Paulo-Brasil)
Em 1982, face à seriedade da proposta do Grupo de Teatro Macunaíma, sob o comando de Antunes Filho, o SESC SP criou o CPT - Centro de Pesquisa Teatral, promovendo a continuidade tanto das pesquisas estéticas do Grupo Macunaíma quanto das suas atividades no campo da formação de atores, de técnicos e de outros criadores cênicos. Os processos criativos desenvolvidos no CPT, abrangendo os diferentes aspectos da manifestação cênica, provocam a desconstrução de velhos códigos e sua posterior transformação. A pesquisa se move não visando à constituição de novas formas, mas de meios que possibilitem o surgimento de novas formas. Os instrumentos teóricos da linguagem são colhidos em áreas influentes do pensamento contemporâneo, como a nova física (particularizando a mecânica quântica); a psicologia profunda; correntes filosóficas orientais (taoísmo, hinduísmo). Obras-primas do cinema, o trabalho de grandes intérpretes, imagens cênicas dos mais importantes encenadores contemporâneos são metodicamente estudados pelos atores, assim como artes plásticas e literatura.
• Site: www.sescsp.org.br/sesc/hotsites/cpt_novo/
Coordenação: Antunes Filho e Emerson Danezi
Participação: Marco Antonio Bilgia Jr, Flávia Thais Strongolli
Assistente: Nara Chaib Mendes
Daniela Thomas
(São Paulo-Brasil)
Daniela começou sua carreira em teatro no La Mama em Nova Iorque, no início dos anos 80. Desde então criou os cenários e figurinos de inúmeras peças e óperas no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Há dez anos, em parceria com Felipe Tassara, vem desenhando instalações, exposições e museus, entre eles o “Museu do Futebol” no Estádio do Pacaembú. É também dramaturga, diretora de cinema e teatro, tendo dirigido "Linha de Passe”, "Terra Estrangeira" e "O Primeiro Dia" em parceria com Walter Salles.
Participação : Raul Carmilo Granado e Maria da Conceição Carvalho
Assistente: Bruno Gobbo
Elisa Ohtake
(São Paulo-Brasil)
A Cia. Vazia tem uma única integrante fixa, Elisa Ohtake, diretora de teatro e performer . Todos os trabalhos são realizados com artistas convidados. Sob forte contágio das artes plásticas, dança e teatro contemporâneos, a Cia. Vazia tenta fazer perguntas a respeito da arte, do mundo e de si própria – a ironia, aqui, também é auto-ironia, daí o nome da Companhia. Cada trabalho é uma nova tentativa de dialogar, subliminarmente ou não, com os vazios contemporâneos – estéreis ou profundamente abertos.Realizou Apathia em 2004, com a participação do ator Cesar Rezende, Falso Espetáculo em 2006 com os atores convidados Emerson Meneses, Ricardo Oliveira e a participação em vídeo dançarina Sheila Mello. Vinte crianças japonesas de seis anos de idade foram chamadas para as instalações “Fique em silêncio, no escuro, com um bando de japonezinhos” e “Destrambelhe-se com um bando de japonezinhos” realizada em 2008.
Participação: Lineu Palaia
Assistente: Clarissa Mastro
Enrique Diaz
(Rio de Janeiro-Brasil)
Enrique Diaz é ator e diretor teatral, fundador e diretor artístico da Cia. dos Atores há 20 anos, e coordenador do Coletivo Improviso, formado por artistas de várias disciplinas no Rio de Janeiro. Dirigiu o Teatro Ziembinski e o Espaço Cultural Sérgio Porto, no Rio. Teve seus trabalhos apresentados na França, Espanha, Portugal, Alemanha, Estados Unidos, Rússia, Bulgária, Porto Rico, Colômbia, Argentina, Canadá e Japão, além de cidades em todo o Brasil. Recebeu como diretor os prêmios Molière, Mambembe, Bravo, Shell, Sharp, APCA, Qualidade Brasil e APETESP. É um dos mais renomados diretores teatrais brasileiros da contemporaneidade.
Colaboração: Isabel Teixeira
Participação: Jamaica, Juliana e Priscila
Assistente: Thais Almeida Prado
Estella Laponi
(São Paulo-Brasil)
Atriz há 17 anos e desde 2005, quando participou do projeto internacional Dance Meets Difference da Din A13 tanzcompany da coreógrafa Gerda König (Colônia – Al.), dedica-se à pesquisa, como criadora/intérprete; do diálogo cênico entre dança+teatro e artes visuais.Fundou sua própria cia. - inCena 2.5 - que já apresentou dentre outros,os seguintes trabalhos :in-Cômodo-ser-eu-só-tanta-gente solo de dança/teatro+multimídia, Desfile Virtual – Frida Kahlo>video/performance , Cadeira – falando sem tabu! espetáculo-palestra-performática+multimídia Überzweikunft intervenção Visual (videos)para o espetáculo de dança de autoria da bailarina Gitta Roser Noite de Caridade – videoarte com a Cia. Cachorra. Como atriz/dançarina participou dos seguintes trabalhos: Via Sem Regra de Gerda König, Joy Lab Research de Alito Alessi e Paraíso sem Consolação de Constanza Macras.
Assistente: Catherine Lima
Gesine Danckwart
(Berlim-Alemanha)
Gesine Danckwart é dramaturga, diretora de teatro e de cinema. As suas peças (como “Täglich Brot” - “Pão nosso de cada dia”) receberam vários prêmios, foram traduzidas para 15 idiomas. No teatro, trabalha com intervenções no espaço público e desenvolva projetos de instalações teatrais. Seu última longa-metragem “Umdeinleben” (“Por sua vida”) que reúne cinco monólogos femininos estreará na concurso do Festival de Cinema de Munique em 2009. O seu projeto teatral “Ping Tan Tales” está em cartaz na China (Wuhan 09/Expo 2010).
Participação: Elisete Jeremias
Assistente: Ciro Lubliner
Giselle Beiguelmann / Roberta Dab Dab
(São Paulo - Brasil)
Giselle Beiguelman é midiartista, professora da pós-graduação em Comunicação e Semiótica da PUC-SP e editora da seção novo mundo da revista eletrônica Trópico. Foi curadora do Nokia Trends (2007 e 2008) e é Diretora Artística do Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia.
• Site: www.desvirtual.com
Roberta Dab Dab é fotógrafa e aluna do programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica (PUC-SP), onde desenvolve pesquisa em nível de mestrado.
• Site: www.robertadabdab.com.br
Assistentes: Priscila Frossard e Eduardo Salvino
Ieltxu Martinez Ortueta
(Bilbao-Pais Basco-Espanha e São Paulo-Brasil)
Iletxu foi formado como historiador da arte pela U.P.V.-E.H.U (Universidad del País Vasco-Euskal Herriko Unibertsitatea) e como ator pela B.A.I (Escola de Teatro de Barakaldo). Estudou Commedia dell’Arte, na Scuola Internazionale dell Atore Cómico na Itália, com Antonio Fava. Reside e trabalha profissionalmente no Brasil desde 2003. Bolsa de Estímulo na formação do ator otorgada pela Diputación Foral de Bizkaia, ator-pesquisador orientado pelo Lume em Campinas em 2004. Fundador do Teatro Kapota mas não Breka junto com a atriz e gestora cultural Marcia Bernardes. Prêmio Interações Estéticas da FUNARTE com o Projeto Extranjis, um encontro com conseqüências no Ponto de Cultura do Lume.
• Site: www.de_extranjis.blogspot.com e www.kapotamasnaobreka.com
Assistente: André Gomes Fernandes
Lenise Pinheiro
(São Paulo-Brasil)
Fotógrafa desde 1983, Lenise Pinheiro vem retratando o que há de mais expressivo nos palcos brasileiros. Realizou fotos de Pina Bausch, Frank Castorf, Kazuo Ohno, Peter Brook e Yoshi Oida entre outros nas suas passagens pelo Brasil. Acompanha e registra o trabalho das principais companhias teatrais brasileiras, participando como fotógrafa da cobertura dos principais Festivais de Teatro do País. Também trabalha com iluminação teatral já tendo realizado vários espetáculos destacando-se entre eles Luar Trovado de Gerald Thomas, O Natimorto de Lourenço Mutarelli e Dentro do Mar tem Rio, show de Maria Bethânia. Colabora para o Jornal Folha de São Paulo, caderno Ilustrada e para o site Universo online, com foto coluna semanal. É responsável, em parceria com o jornalista Nelson de Sá, pelo Cacilda Blog de Teatro da Folha online. Autora e designer gráfica do Livro Fotografia de Palco editado pelo SENAC e SESC Edições.
• Site: www.cacilda.folha.blog.uol.com.br
Participação e assistência: Angélica Maria Di Paula Souza e Cristina Maluli Moreira
Letícia Sekito
(São Paulo- Brasil)
Diretora e dançarina da Companhia Flutuante, artista independente, trabalha com improvisação, criação coreográfica e performance. Fez sua formação no C.E.M - Centro em Movimento, Lisboa(90-96). Tem interesse na relação entre corpo e cultura na dança, como nas criações para o solo Disseram que eu era japonesa (CCBB, 2004), Eu disse: (Rumos Dança Itaú Cultural, 2007) e O Japão está aqui? (Exposição Tokyogaqui, 2008). Em Abril de 2008 fez uma residência artística no Japão com artista suiça-japonesa Heidi S. Durning em Kyoto e dançou também em Kobe e Osaka.Tem parcerias com a dançarina Luciana Bortoletto, a video-artista Kika Nicolela, o sonoplasta Jorge Peña, os músicos Camilo Carrara e Natália Mallo, o fotógrafo Gil Grossi e os iluminadores André Boll e Ligia Chaim. Desde 2004, recebe apoio cultural da Fundação Japão para dar continuidade ao seu processo artístico.
Assistente: Cynthia Domenico
Lucas Bambozzi
(São Paulo-Brasil )
Artista multimídia e às vezes curador. Trabalha em meios diversos como vídeo, cinema, instalação e mídias interativas como CD, DVD e Internet, com exibições em mostras em mais de 40 países. Professor da pós-graduação do SENAC-SP, concluiu seu MPhil pelo CAiiA-STAR Centre/i-DAT (Planetary Collegium) na Inglaterra com a tese Public Spaces and Pervasive Systems, a Crictical Practice. Dedica-se à exploração crítica de novos formatos de mídia independente. É um dos coordenadores e curadores do Arte.Mov Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis, que aborda aplicações da tecnologia no espaço público e social, e vem focalizando em seu trabalhos questões relacionadas ao conceito de site-specific e as particularidades de uma arte produzida a partir do contexto urbano.
• Site: www.lucasbambozzi.net
Assistente: Paloma Oliveira
Nurkan Erpulat
(Berlim-Alemanha)
Diretor de teatro, de nacionalidade Turca, e radicado em Berlim desde 1998, Nurkan desenvolve trabalhos sobre a migração turca e a identidade homossexual em Berlim e na Turquia. Realizou, entre outros, o projeto documentário “Jenseits – Bist du schwul oder bist du Türke?” (Fora – Você é Bicha ou Você é Turco?), para o qual ele entrevistou turcos gays de Berlim sobre a intolerância da sociedade turca e muçulmana perante os homossexuais. Ficou conhecido por ter montado peças do dramaturgo Feridun Zaimoglu, também Berlinense de origem turca, como “Schwarze Jungfrauen” (Virgens pretas) e “Schattenstimmen” (Vozes de sombra). Trabalhou para os teatros Maxim-Gorki-Theater, Hebbel am Ufer e Komische Oper de Berlim, e desenvolveu vários projetos com adolescentes e atores, que duas vezes foram convidados para o “Theatertreffen der Jugend”, mais renomado festival de teatro jovem da Alemanha.
Participação : Phedra de Córdoba, Diogo Moura e Thiago Ledier
Assistente: Tatjana Glaser
Richard Maxwell
(Nova Iorque-EUA)
Richard Maxwell é dramaturgo, autor, fundador e diretor do grupo The New York City Players, que realiza projetos teatrais de vanguarda baseados na pesquisa da vida cotidiana, sendo desde o fim dos anos 90 um dos mais reconhecidos e inspiradores grupos teatrais contemporâneos na Europa. As montagens de Richard foram apresentadas em mais de 16 países do mundo, e suas peças traduzidas para 6 idiomas. Recebeu vários prêmios nacionais e internacionais. Em março desde ano estreou a sua mais recente peça, “People Without History” (Pessoas sem história), na Performing Garage de Nova Iorque. Em janeiro de 2010 apresentará sua nova vídeo-instalação “Ads” no Performance Space 122.
• Site: www.nycplayers.org
Participação : Cledson Alcides da Silva
Assistente: Ivan Andrade
Rodrigo García
(Asturias-Espanha)
Rodrigo García não só é “o autor de textos que explodem como bombas”; é também vídeoasta, performer e diretor de cena. Criador atípico, conjuga em seus espetáculos elementos do passado e da cultura popular de hoje. Junto com sua companhia La Carnícería Teatro, elabora uma linguagem teatral surpreendente onde os corpos em movimento desenham os novos rituais do cotidiano. Rodrigo García é um homem na rua e coloca em circulação idéias com paixão e emoções que agitam a nova geração, com espetáculos corrosivos e inteligentes. Suas peças e montagens lidam com o consumismo e a globalização, o capitalismo e o declino entre as relações humanas. Entre eles destacam-se “After Sun”, “La Historia de Ronald el Payaso de Mc Donalds”, “Compré uma pala em IKEA para cavar mi tumba” e “Esparcid mis cenizas em Eurodisney”.
• Site: www.rodrigogarcia.es
Assistente: Leandro Rissi
Simon Will
(Berlim- Alemanha)
Inglês radicado em Berlim, Simon Will trabalhou extensamente na área de performance desde 20 anos. Depois de ter coordenado a plataforma Live Art eXpo e vários festivais de dança em Nottingham, UK, virou co-fundador e membro do grupo de performance britânico-alemão Gob Squad que desenvolveu, nos últimos 15 anos, mais que 30 projetos, ações e performances artísticas na Europa e em turnê pelo mundo inteiro. Realizou no Brasil com muito sucesso, uma versão local do seu projeto de vídeo-performance “Super Night Shot”, apresentado pelo grupo brasileiro “Os Recrutas do Gob Squad”, que já se apresentou em todas as regiões do país.
• Site: www.gobsquad.com
Participação: Juliane Elting e Aguinaldo de Souza Rocha
Assistente: Tim Becker
Simone Mina
(São Paulo-Brasil)
Estilista, diretora de arte, figurinista. É professora de moda na faculdade Santa Marcelina em São Paulo. Investiga, desde 1999 na Cia. livre, cenografias cuja relação com a cena se torna o eixo de compreensão da encenação.
A partir de 2001, a instalação e a performance surgem como possibilidade de suportes para expressar a relação homem-roupa-espaço, tais como: roupa-assistida I e II, a roupa e o bordado, e corpo-conferência #1 - uma áudio-instalaçao construída a partir da conferência de J. Derrida, “O animal que logo sou”, primeira etapa de pesquisa sobre a condição animal do humano e sobre a condição humana do animal.
Colaboração e assistência: Carolina Bertier
Torsten Michaelsen
(Hamburgo-Alemanha)
Torsten Michaelsen faz parte do coletivo artístico LIGNA que trabalhou muito tempo com um projeto de rádio pirata e em 2002 se tornou um coletivo artístico quando realizou na recém-privatizada Estação Central de Trem (Hauptbahnhof) de Hamburgo, um grande “balé de rádio”: 700 participantes-espectadores receberam sinais, sobre os quais foram transmitidas orientações e direções de movimentos (acenar e fazer sinais, andar para trás, seguir a pessoa mais próxima) que assim foram executadas simultaneamente em toda a estação, surpreendentes e irritantes para as outras pessoas lá presentes e para a polícia que não conseguiu interferir porque não ter acontecido nada ilegal. Realizaram em seguida o mesmo projeto e outros, de escala menor, em muitas outras cidades européias. Outro projeto foi o “Concerto de rádio para 144 Celulares” que contratou ouvintes de rádio para uma composição musical coletiva de 12 horas de duração.
• Mais informação: www.webkreativ.de/momenta/lignainterview1.htm
• Site: www.ligna.blogspot.com
Assistente: Lygia Oliveira